Líquido a bordo: cuidado com a desidratação! Veja algumas dicas na notícia

A nutricionista e velejadora Andrea Rogick escreve sobre a importância de se hidratar antes e enquanto se está navegando, seja competindo ou passando um dia de lazer a bordo.

A ingestão de líquidos, principalmente a bordo, deve ser generosa para garantir que o corpo esteja bem hidratado, mesmo nos dias de outono e inverno. Acontece que, muitas vezes, sair do costado para ir ao banheiro naquele momento da competição em que seu adversário está tentando te ultrapassar por sota poderá deixar o comandante bravo. Não só ele como toda a tripulação.

Para nós, meninas navegadoras, fica mais difícil ainda, pois temos uma bexiga menor que a dos meninos e necessitamos descer para a cabine. Também a comandante ficará brava!

Em dias de competição, o ideal é se hidratar durante toda a manhã e beber aproximadamente 400 ml de água 15 minutos antes da largada, pois esta quantidade permite uma absorção máxima de líquido e o velejador não sentirá necessidade de visitar o pipi room tão cedo.

Depois que o exercício começa, o rim produz urina mais lentamente para compensar a perda de água. Devemos lembrar também que cada organismo reage de um jeito. Por isso é interessante fazer um teste naquele final de semana que você irá navegar com os amigos sem compromisso de cruzar a raia.

Esse cuidado vale também para as crianças a bordo. Muitas vezes, na agitação e alegria, elas esquecem a sede e só querem saber de brincar na água. No entanto, são menos resistentes que a gente. Então, sempre que possível, ofereça água, sucos, chás gelados e água de coco a elas.

O que não pode é se hidratar com cerveja. Tudo bem, ninguém é de ferro. Ainda mais se a semana foi puxada demais e chegou a hora de relaxar e curtir o passeio. Nesse caso, a dica é, sempre que possível, beber água alternando com a cerveja. Tenho certeza que seu dia vai render mais e que você irá aproveitar bem mais o passeio.

E você, comandante, que gosta de uma cervejinha a bordo, lembre sempre que a Lei Seca também vale na água! Se a ideia é aproveitar e curtir, que tal levar o seu marinheiro para voltar com o barco? Segurança garantida, não é mesmo?

A ingestão de líquidos, principalmente a bordo, deve ser generosa para garantir que o corpo esteja bem hidratado, mesmo nos dias de outono e inverno. Acontece que, muitas vezes, sair do costado para ir ao banheiro naquele momento da competição em que seu adversário está tentando te ultrapassar por sota poderá deixar o comandante bravo. Não só ele como toda a tripulação.
 
Para nós, meninas navegadoras, fica mais difícil ainda, pois temos uma bexiga menor que a dos meninos e necessitamos descer para a cabine. Também a comandante ficará brava!
 
Em dias de competição, o ideal é se hidratar durante toda a manhã e beber aproximadamente 400 ml de água 15 minutos antes da largada, pois esta quantidade permite uma absorção máxima de líquido e o velejador não sentirá necessidade de visitar o pipi room tão cedo.
 
Depois que o exercício começa, o rim produz urina mais lentamente para compensar a perda de água. Devemos lembrar também que cada organismo reage de um jeito. Por isso é interessante fazer um teste naquele final de semana que você irá navegar com os amigos sem compromisso de cruzar a raia.
 
Esse cuidado vale também para as crianças a bordo. Muitas vezes, na agitação e alegria, elas esquecem a sede e só querem saber de brincar na água. No entanto, são menos resistentes que a gente. Então, sempre que possível, ofereça água, sucos, chás gelados e água de coco a elas.
 
O que não pode é se hidratar com cerveja. Tudo bem, ninguém é de ferro. Ainda mais se a semana foi puxada demais e chegou a hora de relaxar e curtir o passeio. Nesse caso, a dica é, sempre que possível, beber água alternando com a cerveja. Tenho certeza que seu dia vai render mais e que você irá aproveitar bem mais o passeio.
 
E você, comandante, que gosta de uma cervejinha a bordo, lembre sempre que a Lei Seca também vale na água! Se a ideia é aproveitar e curtir, que tal levar o seu marinheiro para voltar com o barco? Segurança garantida, não é mesmo